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Pontos praticados pelo Templo de Espiritual de Umbanda Caboclo Pena Verde

Pontos praticados pelo Templo de Espiritual de Umbanda Caboclo Pena Verde nas aberturas dos trabalhos e em eventos de Oferenda/Homenagem aos Orixás e Entidades realizados no Santuário e Praia.

 

PONTOS RESUMIDOS UTILIZADOS NAS ABERTURA DAS GIRAS DO TEMPLO ESPIRITUAL DE UMBANDA CABOCLO PENA VERDE

 

 

Saudação Babá – Abertura dos Trabalhos

Auê auê Babá, eu vou saudar seu Orixá (bis)
Na ordem de Pai Oxalá, eu vou saudar seu Orixá (bis)

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Saravá todos os Exus,

Saravá Sr. Sete Encruzilhadas,

Saravá Sr. Meia Noite,

Deu meia noite, a lua se escondeu
Lá na encruzilhada
Da sua gargalhada Sete Encruza apareceu.

Deu meia noite, a lua se escondeu
Lá na encruzilhada
Dando a sua gargalhada Meia-Noite apareceu.

É laruê, laruê é laruê
É mojubá, mojubá é mojubá.

Ele é odara dando a sua gargalhada
Quem tem fé em Sete Encruza é só pedir que ele dá

É laruê, laruê é laruê
É mojubá, mojubá é mojubá.

Ele é odara dando a sua gargalhada
Quem tem fé em Meia Noite é só pedir que ele dá

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Saravá todas as Pomba Giras,

Saravá Pomba Gira Jandira,

Saravá Maria de Holanda,

Saravá Pomba Gira Diana,

Vem Pomba-Gira, vem trabalhar (bis)

Você é a rainha da quimbanda
Pomba-Gira da Umbanda, vem trabalhar (bis)

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Saravá Oxalá

Oxalá é quem governa o mundo
Só ele sabe governar (bis)

Foi ele quem nos deu a lua
Que clareia a Umbanda e nossos Orixás (bis)

Oxalá, Oxalá, Oxalá, salve seus filhos que vieram trabalhar (bis).

 

Saravá a Coroa dos Mestres e Mentores Ogãs

Ê alê alê
Ê alê alê (bis)

Somos Ogãs, de força e coragem
Vamos tocar nosso atabaque com a luz de Oxalá.

Quando tocamos é com fé e humildade
Vamos exaltar a caridade aqui neste casuá (alê alê)

Ê alê alê
Ê alê alê (bis)

No nosso cantar, trazemos a perseverança
No nosso tocar, irradiamos nossa luz.

Somos Ogãs de espírito, em missão a nos guiar
Fielmente servindo aos Orixás.

Nós temos Mestres e Mentores
Que nos guiam ao tocar

Seremos sempre, Ogãs do Mestre Oxalá.

 

Saravá Iemanjá

Lê... Iemanjá (bis)

Rainha das ondas, sereia do mar (bis)

Como é lindo o canto de Iemanjá

Faz até o pescador chorar

Quem escuta a mãe d´água cantar

Vai com ela pro fundo do mar

Rainha das ondas, sereia do mar (bis)

 

Saravá Ogum

Hoje a lua é de Ogum
Vamos todos festejar

Com a benção de Olorum
Ogum vem pra nos salvar

Ogum estava de ronda, Ogum veio rondar (bis)

Auê auê rompe mato e Ogum megê (bis)

 

Saravá Nanã Buruque

Oh Nanã colo colo xô

Nanã é Orixá

Nanã é Nanã ôôô

Oh Nanã colo colo xô

 

Saravá Xangô

Ele bradou na aldeia
Bradou na cachoeira em noite de luar
Do alto da pedreira, vai fazer justiça pra nos ajudar (bis)

Ele bradou na aldeia, kaô, kaô
E é lá que vai bradar, kaô kaô
Ele é Xangô da pedreira ele nasceu na cachoeira
Lá no juremá (bis)

 

Saravá Janaina

Eu vi as moças, na beira d’agua
Solte os cabelos Janaina e caia n’agua (bis)

Janaina, Janaina
Eu quero é me banhar
Janaina, Janaina
Nas ondas do mar (bis)

 

Saravá Cabocla Jurema

Jurema, seu saiote é tão lindo, seu capacete é de penas
Como brilha o seu diadema (bis).

Jurema ê ê, Jurema ê a
Jurema filha de Tupinambá (bis)

Ela sempre foi e sempre será
Rainha da jurema onde canta o sabiá (bis)

 

Saravá Mamãe Oxum

Eu vi Mamãe Oxum, cantando na cachoeira
Dançando toda faceira, tão linda como ela faz.

E quando ela canta, Xangô senta na pedreira
Oxóssi lá na ribeira, nem vento não venta mais.

Aiê iê oh minha Mãe
Aiê ê oh Mamãe Oxum
Aiê ê oh moça bonita de mais (bis)

Canta Oxum, alivia o meu coração,

Me tira da solidão, me traz paz (bis).

 

Saravá Obaluaê,

Salve a Força de Omolu,

Salve Obaluaê, salve Obaluaê
Que é meu santo protetor
Me cubra com suas palhas, e nada terei temor
Faça de mim instrumento, de harmonia e de amor
Que não me falte humildade, que não me falte saúde
Que eu partilhe o que é verdade
Não fique com quem me ilude
Que eu cuide de meus amigos, me dê forças pra lutar
Salve Obaluaê.. Ê.. Ê
Meu guia, meu Orixá camarada]

Obaluaê

Babalorixá ê

Babalorixá, atotô

Babalorixá ê

Ê nirê nirê (bis)

Baba Olorum chê chê, salerojá (bis).

Auê nirê nirê ô

Meu padrinho é Obaluaê

Orixá ê (bis)

 

Na pedra fria, no pé do morro
Dizem que mora, um velho lá (bis).

Ele é curador, ele é rezador
Ele é xapanã, ele vai me curar (bis).

 

 

Se encontrar um velho no caminho eu peço a benção (bis)

 

Deus te abençoe, Deus te abençoe
Deus te abençoe Obaluaê, Deus te abençoe (bis).

 

O seu Omolú, ele é Orixá
O seu tesouro é um osso
O chacoalhar seu xaxará.

O seu tesouro é um osso
Ô chacoalhar seu xaxará (bis)

 

Saravá a Corrente dos Pretos Velhos,

Saravá Maria José,

Saravá Vovó Catarina,

Saravá Pai Jeremias,

É de aruanda ê, é de aruanda a (bis)

Venho de longe, da terra de meus ancestrais
Eu fui acorrentado pra lá não voltar mais
Numa casca de madeira
Um tumbar flutuante sobre o mar
Assim eu fui trazido ao Brasil pra trabalhar

(É de aruanda)
É de aruanda ê
É de aruanda a (bis)

E na linguagem de geji, congagola e nagô
Veio o povo bantuque que no Brasil chegou
Com a sua cultura, seus mistérios seu axé
Os mistérios ancestrais e a força do Candomblé.

(É de aruanda)
É de aruanda ê
É de aruanda a (bis)

 

Saravá São Cosme, Damião e Doum,

Saravá o Paulinho,

Saravá a Terezinha,

Saravá a Clarinha,

Saravá o Pedrinho,

Vem, vem Doum.

Vem são Cosme e Damião

Vem conhecer Crispiniano no jardim

Colhendo flores pra Mãe Iemanjá

Vai na onda vai

Vai na onda vem

Vai na onda vai

E as crianças vem também (bis)

 

Saravá a Corrente dos Baianos,

Saravá o Baiano Jerônimo,

Saravá a Baiana Mária Bonita,

Saravá o Baiano Chico dos Arcos,

Ô na Bahia ninguém pode com os baianos (bis)

Quebra coco, arrebenta a sapucaia, eu quero ver quem pode mais (bis).

 

Saravá Iansã

Quando o céu clareou, e o dia raiou
Fez o filho pensar
A Mãe do tempo mandou, a nova era chegou
Agora vamos plantar
No humaitá Ogum bradou
Seu Oxóssi atinou
Iansã vai chegar
O Ogã já firmou o atabaque afinou
Agora vamos cantar

A eparrei, ela é oya, ela é oya
A eparrei, é Iansã, é Iansã.

A eparrei, quando Iansã vai pra batalha
Todos cavaleiros param só pra ver ela passar (bis)

 

Saravá Oxóssi,

Saravá o Caboclo Pena Verde de Oxóssi,

E lere... Lere, lere, lere, lere, leá.

E lere... Caboclo Pena Verde no Congá

Saravá Sr. Pena Verde

Ele é o rei da mata

A seu bodoque atira, Caboclo

Sua flecha mata (bis)

 

Saravá Defumação,

Corre gira pai Oxóssi, filhos vão se defumar
A Umbanda tem fundamento e é preciso preparar.

Com incenso e benjoim, alecrim e alfazemas
Ô defumar filhos de fé
Com as ervas da jurema (bis)

Defuma com as ervas da jurema
Defuma com arruda e guiné (bis)

Alecrim, benjoim e alfazemas
Vamos defumar filhos de fé (bis)

 

 

Oração
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Prece de Cáritas

 

Abertura  da Jurema, (pontuar com água do mar, o Congá e as Tronqueiras),

Vou abrir minha jurema, vou abrir meu juremá (bis)

Com a licença de Mamãe Iansã e o nosso Pai Oxalá (bis)

Já abri minha jurema, já abri meu juremá (bis)

Com a licença de Mamãe Iansã e o nosso Pai Oxalá (bis)

 

SARAVÁ O HINO DA UMBANDA

Refletiu a luz divina
Em todo seu esplendor
Vem do reino de Oxalá
Onde há paz e amor
Luz que refletiu na terra
Luz que refletiu no mar
Luz que veio de aruanda
Para tudo iluminar
A Umbanda é paz e amor
É um mundo cheio de luz
É a força que nos dá vida
E a grandeza nos conduz
Avante filhos de fé
Como a nossa lei não há
Levando ao mundo inteiro
A bandeira de Oxalá

 

Saravá Oxóssi,

Ponto de bater cabeça

A lua lá no céu brilhou
Eu bati a cabeça pra meu pai Oxóssi
Meu pai Oxóssi mora lá nas matas
Ele é Caboclo e dono dessa Casa

Se você, é filho de fé, bate a cabeça
E peça a Oxóssi o que quiser (bis).

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Pontos completos praticados em eventos de Oferenda/Homenagens aos Orixás e Entidades pelo Templo Espiritual de Umbanda Caboclo Pena Verde

 Saravá Babá

Auê auê Babá seus Orixás
Auê auê Babá vamos saudar

Auê auê Babá
Auê auê Babá

Sãos seus filhos a te reverenciar (bis)

Mãe de Santo és, e sempre será
Nossa querida Babá
A mais bela filha de Oxalá

És nossa luz protetora
A garantia do sorriso da Mentora (bis)

Tens o verdadeiro amor
És a mais sincera paixão
A mais vibrante Babá
Para sempre em nossos corações

Nós te amamos Mamãe
É a Sônia de Ogum com Iansã

Dona Anna vem te abençoar
Oxalá vem te iluminar
Nós e a Umbanda vamos te agradecer

Obrigado babá. Obrigado Mamãe

Sua alegria da vida a nossa missão (bis)

 

Oxalá

Oxalá é quem governa o mundo

Só ele sabe governar (bis)

Foi ele quem nos deu a lua

Que clareia a Umbanda e nossos Orixás (bis)

Oxalá, oxalá, Oxalá.

Salve seus filhos que vieram trabalhar (bis)

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Divino é viver no céu

Divino é viver no mar

Divino é viver cantando

No mundo lindo de Oxalá (bis)

Oxalá, meu Pai.

Venha nos ajudar

Venha nos dar a força, meu Pai.

E abençoe este Congá (bis)

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Vou caminhando nas estradas dessa vida

E me protegem sete luzes de Orixás

Filhos de Umbanda, minha fé é o que me guia.

Nos caminhos de aruanda sob a paz de Oxalá (bis)

Oxalá é paz, Oxalá é o Rei

Divino Pai, divina força que me encanta.

Nos caminhos de aruanda, sua luz é minha lei (bis)

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Oxalá, meu pai.

Tenha pena de nós tenha dó (bis)

Se a volta do mundo grande

Seus poderes são maiores (bis)

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Bendito e louvado seja

O nome de Oxalá (bis)

Oi leva pro fundo do mar, Iemanjá

Os pedidos dos filhos de Oxalá (bis)

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Oxalá mandou, ele mandou buscar.

Todos os Caboclos da jurema, lá em seu juremá (bis)

Ele é Oxalá, é o rei do mundo inteiro.

Já deu ordem pra Jurema, chamar seus cambaqueiros (bis)

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Pomba-gira

Pomba-gira Jandira

Perambulava pela rua, sem saber o que fazer
Procurava na noite uma solução
Pra tanta dor, sofrimento e solidão.

Então eu clamei ao povo da rua
Que me enviasse no momento alguma ajuda
Pois eu já não tinha forças pra continuar

Quando eu me virei
Vi aquela mulher na beira da estrada
Trazendo uma rosa em suas mãos, um feitiço no olhar.

Naquela bela noite de luar, deslumbrei sua dança
Com sua saia a rodar
Eu me aproximei e lhe perguntei o que ela fazia na estrada.

Ela respondeu moço eu sou rainha
Eu vim lhe ajudar, eu me chamo Jandira.

Salve a pomba-gira Jandira (bis)

Quando eu precisei, oh Pomba-gira
Você veio me ajudar, deu um outro rumo em minha vida
Hoje eu venho te louvar

Salve a pomba-gira Jandira (bis)

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Cigana Maria de Holanda

Caminhando pela madrugada

Muito longe eu avistei uma moça na calçada

Linda morena Cigana me diga quem você é

“Eu sou Maria de Holanda, sou Pomba gira de fé”.

Eu vou abrir seus caminhos, acredite se quiser.

“Eu vou mudar sua vida, sou Pomba gira de fé” (bis).

 

Pomba-gira Diana

Pra ser rainha não é só sentar no trono
Pra ser rainha tem que saber governar (bis)

Sentada no seu trono, mandaram lhe chamar
Boa noite moço é a Diana que vai chegar (bis).

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Ela gira no ar

Ela gira na praça

Ela gira na rua... Êê êá

Ela canta, ela dança.

Ela vive sorrindo, em noite de lua (bis).

Ela é sincera, ela é de verdade.

Mas cuidado amigo, que ela não gosta de falsidade (bis).

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Dói,dói,dói,dói,dói
Um amor faz sofrer, dois amores fazem chorar (bis)

Quando era viva por amor eu me matei

Agora que eu estou morta por amor eu viverei

Dói,dói,dói

 

Auê pombogirê, auê pombogirá.

Auê pombogirê, pombogirê, pombogiré (bis)

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De vermelho e negro, vestida a noite o mistério traz.

De brinco de ouro, colar dourado a promessa faz.

Se é preciso ir, você pode ir peça o que quiser

Mas cuidado amigo, ela é bonita, ela é mulher (bis)

E no canto da rua zombando, zombando, zombando está

Ela é moça bonita girando, girando, girando lá (bis)

Olha girando lá, oiê.

Olha girando lá, oiá (bis)

 

Vinha caminhando pela rua

Quando uma moça bonita eu vi (bis)

Com sua sandália de prata

Sua saia dourada

Ela sorriu pra mim (bis)

Eu perguntei a ela

Onde fica sua morada

Ela respondeu assim

Moro numa estrada sem fim

Moro numa estrada sem fim

 

Quando ouvi, pela primeira vez aquela gargalhada.

Achei uma coisa tão linda

Senti uma força cigana

E olhando no meio da roda

Estava lá, uma cigana formosa.

Ela é cigana formosa

Pomba-gira Isadora (bis)

 

Vem pomba-gira, vem trabalhar (bis)

Você e a rainha da quimbanda

Pomba-gira da Umbanda

Vem trabalhar (bis)

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No caminho do terreiro eu encontrei uma mulher

Vinha linda e perfumada eu quis saber quem ela é

Pomba-gira cigana

Pomba-gira ela é

Ela vem caminhando

Ela chega dançando

Na ponta do pé (bis)

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Vinha, caminhado a pé.

Para ver se encontrava uma cigana de fé (bis)

Ela pediu pra ler minha mão, eô.

E o que ela disse era pura verdade

Eu só queria saber se ela é

A Pomba-gira de fé (bis)

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Estou cantando em seu louvor (bis)

Na barra da sua saia corre água e nasce flor (bis)

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Estou sentindo falta de um sorriso

Que falta está fazendo aquele olhar (bis)

São belezas de uma Pomba-gira

Encantadora que tem nome de menina (bis)

Oh, Pomba-gira, você é a mais bela flor.

Trazendo da sua encruzilhada

A magia que liberta o amor (bis)

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Gira na roda mulata faceira

Gira, gira a noite inteira como é lindo o seu bailar.

Quando ela chega o povo se levanta

Pra saudar quem vem de banda

Padilha, Exu-mulher.

Moça bonita, que comanda a encruzilhada.

Solta a sua gargalhada e consegue o que quer (bis)

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Estava sentado na praça

Quando eu vi a caravana passar

Corri só para ver a Pomba-gira cigana dançar (bis)

Dança, dança cigana.

Dança, dança cigana.

Dança, dança cigana.

Mostra pra gente a sua graça (bis)

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Quem neste mundo nunca ouviu dizer?

Quem neste mundo nunca ouviu falar?

De uma cigana que mora naquela estrada

Ela faz sua morada sobre o clarão do luar (bis)

Cigana da estrada, força poderosa.

Dai-me proteção, Pomba-gira Isadora.

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Abra essa cova, eu quero ver tremer.

Abra essa cova, eu quero ver balançar.

É na calunga que a ____________mora

É na calunga que a ____________vai girar (bis)

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Pomba-gira de auê auê

Pomba-gira de auê auá (bis)

Onde mora a Pomba-gira

Ela mora em Maceió (bis)

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Mas que rua tão escura, que vai passando aquela moça (bis)

Com seu vestido de chita, é a Pomba-gira seu moço (bis)

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Exu sete encruzilhadas

O sino da igrejinha faz belém, blem blom (bis)

Deu meia-noite o galo já cantou

Sr. Sete encruza que é o dono da gira

Oi corre gira que Ogum mandou (bis)

Já chegou, já chegou do inferno já chegou.

Em nome da Umbanda o Sr. Sete comandou

Sr. Sete Encruzilhadas nos venha retirar

Demanda da pesada e seu corpo vem trancar

___________________________________________________________________________________________________________

 

Odara, morador da encruzilhada
Firma seu ponto com sete facas cruzadas
(bis)

Filhos de Umbanda pedem com fé
Pra Sr. Sete Encruzilhadas que ele te dá o que você quer (bis)

 

Exu meia-noite

Exu da meia noite, Exu da madrugada (bis)

Salve o povo da Umbanda, sem Exu não se faz nada (bis)

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Deu meia-noite, a lua se escondeu
La na encruzilhada dando a sua gargalhada
Meia Noite apareceu (bis)

É laroye, laroye, é laroye
É mojubá, mojubá, é mojubá.

Ele é odara dando a sua gargalhada
Quem tem fé em Meia-Noite é só pedir que ele dá

O luar, o luar, ele é dono da noite (bis)

Quem cometeu as suas faltas
Peça perdão a Sr. Meia Noite (bis)

Quanto sangue derramado, em cima de seu chão (bis)

Quem cometeu as suas faltas
A Sr. Meia noite peça perdão
(bis)
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Olha lá quem está no portão

De capa e coroa tridente na mão (bis)

Será, será, Sr. Sete encruzilhada

Será, será o Sr. Meia-noite (bis)

Já chegou, já chegou, o Sr. Sete já chegou

Em nome da Umbanda o Sr. Sete comandou

Sr. Sete Encruzilhada nos venha retirar

Demanda da pesada em seu corpo vem trancar

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Exu Rocha-negra

Soltaram um bode preto, meia-noite na calunga (bis)

Ele correu os quatro cantos, foi parar lá na porteira
Bebeu marafo com Sr. Rocha Negra
(bis)
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Uma excelência que é pra ele (bis)

Laruê, laruê, oh laruê olhai Exu, por ele (bis)

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Cadê a chave do Sr. Sete Porteiras? (bis)

Ele precisa passar, ele é o Sr. Sete Porteiras (bis)

Cheguei, cheguei pra trabalhar.

Chegue, cheguei pra ajudar.

Eu não como, eu não bebo, eu não durmo.

Enquanto esses filhos não curar (bis)

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 Eu vi um homem de baixo da amendoeira (bis)

 Era osso só e chamava Exu Caveira (bis)

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 Lá na encruza, (lá na encruza)

 Existe um homem valente (bis)

 Com sua capa e cartola

 E o seu punhal entre os dentes (bis)

 É madrugada, (é madrugada)

 E ele está do meu lado (bis)

 Por isso que eu lhe digo

 Sr. Capa Preta

 Que você é o meu compadre (bis)

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 Exu é moço branco e é faceiro no andar (bis)

 Mas, quem não paga a Exu, Exu dá e torna a tirar (bis)

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 Sr. Zé Pilintra, onde é que o senhor mora?

 Sr. Zé Pilintra, onde é sua morada? (bis)

 "Eu não posso lhe dizer

 Porque você não vai me compreender

 Eu nasci no juremá

 Minha morada e bem pertinho de Oxalá"  (bis)

 _______________________________________________________________________________________________________________

 Corre, corre a encruzilhada.

 Exu Morcego já chegou (bis)

 Na porteira da calunga ele está

 Do lado de Rocha Negra (bis)

 _______________________________________________________________________________________________________________

 Marabô iê, marabô iá (bis)

 Cadê marabô, cadê marabô, cadê marabô, marabô iá (bis)

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 Foi nas campinas que eu deixei meu sentinela (bis)

 Deixei Língua Cortada tomando conta da cancela (bis)

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 Aruê Exu Veludo seu cabrito deu um berro (bis)

 Foi lá na encruzilhada na porta do cemitério (bis)

 Com ele ninguém pode

 Ele pode com tudo

 Lá na encruzilhada

 Ele é Exu Veludo (bis)                                                                                   

 

 

O toco ascendeu, o toco apagou.

Na mesa de Umbanda Exu Braseiro chegou (bis)

 

 Exu ganhou um gado, mas não quis comer sozinho (bis)

 Ele chamou seus camaradas, pedaço por pedacinho (bis)

 Aí chegou seu Lúcifer, a Pomba gira não é homem ela e mulher (bis)

_________________________________________________________________________________________________________________

Cemitério é praça linda que eu não quero visitar (bis)

Numa catacumba branca, Sete Capas mora lá

Quem mora lá, mora lá?
Sete Capas mora lá
(bis)
_________________________________________________________________________________________________________________

Mulher, mulher não tenha medo de seu marido (bis)

Se ele é bom na faca,

Eu sou no facão

Se ele é bom na reza,

Eu na oração

Se ele diz que sim,

Eu digo que não

Eu sou Zé Pilintra,

Ele é lampião.

____________________________________________________________________________________________________________

Zé Pilintra, Zé Pilintra...

Boêmio da madrugada

Vem na linha das almas

E também na encruzilhada (bis)

Meu amigo Zé Pilintra

Que nasceu lá no sertão

Enfrentou a boemia

Com seresta e violão

Hoje na lei de Umbanda

Acredito no senhor

Pois sou seu filho de fé

Pois tem fama de doutor

Com magias e mirongas

Vem dar forças ao terreiro

Saravá seu Zé Pilintra

O amigo verdadeiro (bis)

__________________________________________________________________________________________________________

Vai buscar, vai buscar, vai buscar a onde está (bis)

Quem amarrou que desamarre quem fez venha desmanchar (bis)

_____________________________________________________________________________________________________________

 Tem morador, de certo tem morador (bis)

 Na terra que o galo canta, ______________ é morador (bis)

 ___________________________________________________________________________________________________________

 É dia, é tarde, é noite, é madrugada.

 Há garantia por onde eu vou passar

 Abre os caminhos seu Exu dono da estrada

 Aruê grande rei vou lhe saudar (bis)

_______________________________________________________________________________________________________________

 Exu faz uma casa sem porteira nem janela (bis)

 E ainda não achou um morador pra morar nela (bis)

________________________________________________________________________________________________________________

 Portão de ferro, o cadeado é de madeira (bis)

 Exu toma conta, Exu presta conta.

 Exu fecha a nossa porteira (bis)

_________________________________________________________________________________________________________________

Era meia-noite, quando o compadre chegou (bis)

Corre a gira, corre a gira.

Vai chegar a madrugada

Salve Exu, salve Exu

Rei das sete encruzilhadas (bis

___________________________________________________________________________________________________________________

A porta do inferno estremeceu

E o povo corre para ver quem é (bis)

Era o compadre Tranca Rua

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Girou, girou, girou Exu gira mundo

Girou, girou, Pomba gira que vence demanda

Rainha da encruza, saravá Umbanda (bis)

Ê ê ê... Saravá Umbanda

Ê ê á... Saravá Umbanda (bis)

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A lua brilhou, anoiteceu.

E nessa hora eu vi o rei se aproximar (bis)

Seu___________ é malelê, é mojubá (bis)

__________________________________________________________________________________________________________

Unha grande, braço forte.

______________________vem trazendo a sorte (bis)

__________________________________________________________________________________________________________

Deu meia-noite, deu meia-noite já (bis)

Sete facas encruzadas na boca de uma garrafa

Quero ver ______________ nessa banda saravá

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Exu-mirim

Hoje eu sou pequeno

E eu venho ajudar

Mas um dia eu vou crescer

E virei pra trabalhar (bis)

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Oh senhor das almas

Tem pena de mim

Eu sou pequenininho

Eu sou Exu-mirim (bis)

__________________________________________________________________________________________________________

A sua luz brilha de noite e de dia

No caminho da verdade, Exu-mirim é nosso guia (bis)

__________________________________________________________________________________________________________

Olha lá Exu-mirim é pequenino

Mas, para mim ele é grande demais.

Abre os caminhos para o bem do meu destino

E com sua luz, pela Umbanda, proteção ele nos traz.

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Exu mirim tem 15 anos e só come carne crua (bis)

Toma marafo e nunca caiu na rua (bis)

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Esquerda-pontos de descida

Pé, pé, pé... A encruzilhada lhe chama

Pé, pé, pé... A encruzilhada lhe chamou (bis)

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Exu já trabalhou, Exu já curimbou.

Exu já vai embora, sua calunga lhe chamou (bis)

__________________________________________________________________________________________________________

Exu já comeu, Exu já bebeu

Agora quem manda na banda sou eu (bis)

O seu Exu, pra que tanta demora?                                              

Dona da casa já falou pra ir embora (bis)

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Oxóssi

Caboclo Pena-Verde

Caboclo roxo da pele morena

É seu Oxóssi, caçador lá da juremá (bis)

Ele jurou, ele jurará

Pelos conselhos que a Juremá vai lhe dar (bis)

Eu vi chover, eu vi relampear

Mas mesmo assim o céu estava azul

Firma seu ponto nas folhas da jurema

Oxóssi é dono do maracajá (bis)
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E lere... Lere, lere, lere, lere, leá.

E lere... Caboclo Pena Verde no Congá

Saravá seu Pena Verde

Ele é o rei da mata

A sua bodoque atira, Caboclo

Sua flecha mata (bis)

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Foi numa tarde serena

Lá nas matas da jurema que ouvi o caboclo cantar

Kio, kio, kio, kio, que era sua mata está em festa

Saravá seu Pena Verde que ele é rei da floresta (bis)

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Que caboclo lindo que vem lá da jurema

Com seu cocar enfeitado de penas (bis)

É o Pena Verde, ele é flecheiro

Vem da jurema comandar o seu terreiro (bis)

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Cabocla jurema

Olha as folhas da jurema estão caindo

Estão caindo enfeitando esse Congá (bis)

Jurema Cabocla linda

Jurema da pele morena

Jurema do saiote de penas

Vem dançar nesse terreiro

Vem dançar nesse terreiro

Saravando Oxalá

Vem lá das matas onde faz sua morada

No seu penacho tem penas de várias cores

Penas vermelhas porque ela já foi guerreira

Tem pena verde porque Oxóssi é seu pai

Tem pena azul que representa as forças d´água

Tem pena branca pra representar a paz

Jurema ê, jurema á

Cabocla linda vem dançar neste Congá (bis)

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Jurema, seu saiote é tão lindo
Seu capacete é de penas
como brilha o seu diadema
(bis)

Jurema ê ê, Jurema ê a
Jurema filha de Tupinambá
(bis)

Ela sempre foi e sempre será
Rainha da jurema onde canta o sabiá (bis)

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No meio da mata virgem

Uma linda Cabocla eu vi (bis)

Com seu saiote, feito de penas

Era Jurema, filha de Tupi (bis)

Jurema, Jurema, Jurema

Linda Cabocla filha de Tupi (bis)

E ela vem lá do juremá

Vem firmar seu ponto, neste Congá (bis)

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Um diadema lá no céu brilhou, a mata virgem veio a iluminar (bis)

É de aruanda, é da lei de Umbanda, nosso pai Oxóssi vamos saravá (bis)

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Ouvi você me chamando aqui

Eu vim de longe pra lhe obedecer

Sou um caboclo que só visto penas

Vim mostrar a força que tem a Jurema (bis)

Meus camaradas, meus camaradinhas

Se quer que eu dance toque um pouquinho

Se quer que eu dance toque um pouquinho

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Seu caçador na beira do caminho

Oh não me mate essa coral na estrada

Ela abandonou sua choupana, caçador

Foi no romper da madrugada

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A lua quando nasce

Que vem rompendo a aurora

Clareia a choupana

Onde Oxóssi mora

Oh clareou, vem clareando

A choupana onde Oxóssi mora (bis)

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Caboclo de Oxóssi nasceu no pé de uma laranjeira (bis)

Trazia amarrado em sua cinta uma coral

Oh sucuri, jiboia da aldeia

Oh sucuri, jiboia, junto com estrelas do mar (bis)

Olha como procurou a sua cobra coral (bis)

Oh segure essa cobra, não deixe ela fugir

Que o nome dessa cobra é cobra sucuri (bis)

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Oxóssi é rei no céu, Oxóssi é rei na terra (bis)

Ele não desce do céu sem coroa, sem seus mangangás de guerra (bis)

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Se meu pai é Oxóssi eu quero ver balancear (bis)

Arreia,arreia,

Os capangueiros da jurema, oh juremá (bis)

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Vestimenta de caboclo é samambaia, é samambaia, é samambaia (bis)

Venha caboclo, não se atrapalhe saia do meio da samambaia (bis)

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Quem manda na mata é Oxóssi, Oxóssi é caçador, Oxóssi é caçador (bis)

Eu vi meu pai assobiar ele mandou chamar

Vem de aruanda ê, vem de aruanda á

Seu Pena Verde é de aruanda e, é de aruanda á (bis)

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Oxóssi mora na raiz da gameleira (bis)

Oxóssi nas matas, Xangô lá nas pedreiras (bis)

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Que lindo capacete de penas, que tem a Cabocla Jurema (bis)

Mas ele é seu e quem lhe deu foi Oxalá,

Ela vem trabalhar... Êêêêá (bis)

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Aqui nesta aldeia, tem um caboclo que ele é real

Ele não mora longe, mora aqui mesmo nesse cazuá.

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Ê juremê, ê juremá.

Sua folha caiu serena Jurema

Dentro desse Congá (bis)

Salve a Cabocla Jurema, salve São Sebastião

Salve Oxóssi e os caboclos, morador lá do sertão (bis)

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Tambor, tambor, vai buscar quem mora longe (bis)

Eu vi Oxóssi nas matas, Ogum no Humaitá,

Meu pai Xangô lá na pedreira, oh Iansã, oh Iemanjá.

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Escureceu, a noite chegou (bis)

Firma ponto na pedreira, saravá Xangô (bis)

Saravá Xangô, saravá Xangô (bis)

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Xangô

Ele bradou na aldeia

Bradou na cachoeira em noite de luar

Do alto da pedreira

Vai fazer justiça pra nos ajudar (bis)

Ele bradou na aldeia... Kaô kaô

É lá que vai bradar... Kaô kaô

Ele é Xangô da pedreira

Ele nasceu na cachoeira

Lá no juremá (bis)

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Sentado na pedreira de Xangô, kaô.

Eu fiz meu juramento até o fim (bis)

Se um dia me faltar a fé no meu senhor

Que role essa pedreira sobre mim (bis)

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Lá no alto daquela pedreira

Tem um ponto que é de Xangô (bis)

Kaô, kaô, kaô cabecile meu pai (bis)

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Pedra rolou pai Xangô, lá na pedreira.

Segura pedra meu pai, na cachoeira (bis)

Tenho meu corpo fechado, Xangô é meu protetor

Segura pedra, meu filho, pai de cabeça é Xangô (bis)

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Xangô morreu pela idade, morreu sentado numa pedra

Ele escreveu a justiça, quem deve paga e quem merece recebe (bis)

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Por detrás daquela serra, tem uma linda cachoeira (bis)

É de meu pai Xangô, kaô, o dono das sete pedreiras (bis)

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Xangô, meu pai na Umbanda

Vem de aruanda, ele é meu Orixá

Do alto de uma pedreira

Ele faz a justiça pra seus filhos ajudar

Xangô, na sua aldeia

Não há maldade só o amor pode reinar

Tu me ensinaste a fazer a caridade

E pela terra a umbanda exaltar

Meu pai com sua machada

Ele não ataca é só para me guardar

E no seu livro ele escreve meu destino

Meu pai Xangô ilumina meus caminhos

Ele é Xangô, kaô, kaô

Vencedor de demanda ele é meu protetor (bis)

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Ogum

Lá no alto da pedreira, tem Ogum a trabalhar (bis)

Oxalá que enviou pai Ogum para ajudar (bis)

Pai Ogum, ele é guerreiro

Pai Ogum vem trabalhar

Para os filhos de Umbanda

Que precisam de saravá

Oxalá que enviou pai Ogum para ajudar (bis)

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Se meu Pai é Ogum, vencedor de demandas

 Ele vem de aruanda pra salvar filhos de Umbanda (bis)

 Ogum, Ogum iara... Ogum, Ogum iara

 Salve os campos de batalha, salve a sereia do mar

 Ogum, Ogum iara... Ogum, Ogum iara

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Eu tenho sete espadas pra me defender (bis)

Eu tenho Ogum em minha companhia (bis)

Ogum é meu Pai, Ogum é meu guia, Ogum é São Jorge

Filho de Deus e da Virgem Maria (bis)

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Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver... Ogum sete-ondas

Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver... Ogum beira-mar

Pisa na linha de Umbanda que eu quero ver... Ogum iara, Ogum megê

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Ogum desceu na batida do tambor

Ogum desceu na chiada do guiza

Ogum desceu no terreiro e saravou

Só para ver os seus filhos trabalhar

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Hoje a lua é de Ogum

Vamos todos festejar

Com a benção de Olorum

Ogum vem pra nos saldar

Ogum tava de ronda, Ogum veio rondar (bis)

Auê, auê... Rompe mato e Ogum megê (bis)

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Ogum em seu cavalo corre, e a sua espada reluz (bis)

Ogum, Ogum megê, sua bandeira cobre os filhos de Jesus, ogunhê (bis)

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Ogum beira-mar, seu cavalo corre (bis)

Quando ele vem, vem beirando a areia

Vem trazendo no braço direito

O rosário de mamãe sereia (bis)

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Na minha porta bateu, passei a mão na pemba fui ver quem era (bis)

Era São Jorge guerreiro, minha gente, cavaleiro da força e da fé (bis)

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Vou acender velas para são Jorge a ele eu quero agradecer

Eu vou plantar comigo-ninguém-pode

Para que o mal não possa então vencer

Olho grande em mim não pega

Não pega não

Não pega em quem tem fé

No coração (bis)

Ogum com sua espada, sua capa encarnada me dá sempre proteção.

Quem vai pela boa estrada no fim dessa caminhada

Encontra em Deus perdão

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Preto-velho

[Tem que ter fé, quem não acredita

Tem que ter fé, nas Santas Almas benditas]

Num manto branco desceu

Uma Preta Velha de véu

Trazendo pra todos os seus filhos

A benção vinda do céu

Com a luz forte dos querubins

Entoavam unidos em fé

Neguinha você é a santa mamãe

Salve a Santa Maria José (bis)

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Lá vem vovó descendo a serra com sua sacola

É com seu rosário, é com seu patuá ela vem de Angola (bis)

Eu quero ver, vovó, eu quero ver

Eu quero ver se filho de pemba tem querer (bis)

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Com a força de zambi, vovó vem pro terreiro (bis)

Vovó Catarina vem pitando seu cachimbo (bis)

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É de aruanda ê, é de aruanda a (bis)

Venho de longe, da terra de meus ancestrais
Eu fui acorrentado pra la não voltar mais
Numa casca de madeira
Um tumbar flutuante sobre o mar
Assim eu fui trazido ao Brasil pra trabalhar

(É de aruanda)
É de aruanda ê
É de aruanda a (bis)

E na linguagem de geji, congagola e nagô
Veio o povo bantuque que no Brasil chegou
Com a sua cultura, seus mistérios seu axé
Os mistérios ancestrais e a força do Candomblé

(É de aruanda)
É de aruanda ê
É de aruanda a (bis)

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Bate tambor lá na Angola, bate tambor (bis)

Bate tambor, bate tambor

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Vovó não quer casca de coco no Terreiro (bis)

Pra não lembrar os tempos de cativeiro (bis)

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Cabinda mamãe, cabinda... Cabinda mamãe á

Ela veio lá de longe, de Angola ela vai chegar

Ela é a Vovó Joana, que aqui vem trabalhar

Ela vem ajudar seus filhos, com a benção de Oxalá

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Vovó tem 7 saias na última saia tem mironga

Vovó veio de Angola pra salvar filhos de Umbanda (bis)

Com seu patuá e a figa de guiné

Vovó veio de angola pra salvar filhos de fé (bis)

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Olha a saia da vovó, é de um babado só (bis)

A vovó tem 7 filhos, todos 7 quer comer

A panela está vazia é ____________ que vai reger.

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Olha a fumaça do cachimbo da vovó

Sobe para o alto só não vê quem não quer (bis) 

 

Mironga de Preto Velho, êê, está de baixo do pé

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Congo, rei congo cadê os Preto Velhos

Vamos saravá no Terreiro de congo (bis)

Olha o congo ê, olha o congo á (bis)

Chegou Preto Velho para trabalhar (bis)

Olha o congo ê, olha o congo á (bis)

Chegou Preto Velho para saravá (bis)

Saravá na linha de congo

É de congo, é de congo naruê

Saravá na linha de congo

Agora que eu quero ver

Salve São Jorge guerreiro

Salve São Sebastião

Salve o povo da Umbanda

Que é a nossa proteção

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Pai Joaquim cadê Pai Mané, foi no mato apanhar guiné (bis)

Diga a ele que quando vier que suba a escada não bata o pé (bis)

Pai Joaquim êê, Pai Joaquim êá

Pai Joaquim é filho de Angola

Pai Joaquim é de Angola, Angolá (bis)

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Preto Velho senta no toco, ele faz o sinal da cruz

Pede proteção a Zambi, para os filhos de Jesus (bis)

Cada conta do seu rosário é um filho que ali está

Se não fosse os Preto-Velhos nãos sabia caminhar (bis)

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São Benedito é preto, sinhá dona, ele mora no roseiral (bis)

É preto e tem coroa, sinhá dona, é chefe de Congá (bis)

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Preto Velho vem chegando, ele vem da aruanda (bis)

A benção, meu pai, proteção pra nossa banda (bis)

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Meu barquinho vem, vem do alto mar (bis)

Trazendo os Preto Velhos para trabalhar (bis)

Eu vi navio negreiro que está em alto mar

Trazendo os Preto Velhos para trabalhar (bis)

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Preto na senzala bateu sua caixa deu viva iaiá

Preto na senzala bateu sua caixa deu viva ioiô (bis)

Viva iaiá, viva ioiô

Viva nossa senhora, o cativeiro acabou (bis)

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Olelê meu Deus do céu que alegria

Os Preto-Velhos não carregam soberbia

Meu Deus do céu isso aqui é o que queria

A luz da Umbanda sobre mim a cada dia (bis)

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São Benedito bateu pemba no Congá (bis)

Bate palma minha gente, Preto Velho vai chegar (bis)

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Lá vem o trem de ferro, com sua bandeira amarela.

Trazendo os Preto Velhos debruçados na janela (bis)

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Preto Velho que carreia o boi

Preto Velho, vamos carrear

Quando bater o sino

Preto Velhos vêm trabalhar

Vem, vem na paz de Deus

 Vem cumprir com seu destino

 Vem, vem na paz de Deus

 Vem Preto Velho pai sabido

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Hoje eu quero ver rezar

Está faltando rezador

Onde está Pai Jeremias/Pai Sebastião

Que não chegou (bis)

Bate palma pra ele que ele vem, bate palma pra ele que ele vem

 Bate palma pra ele que ele vem em seu louvor (bis)

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 As lágrimas de um Preto Velho

Corre nos olhos, mas vem do coração (bis)

Cada lágrima é a dor de um filho seu

E o seu pranto é um prato de emoção

Preto Velho já foi moço já sofreu

A fé em Zambi o libertou da escravidão

E que beleza nossa banda iluminada

Sem preconceito da sinhá e do senhô

A nossa banda cada vez fica mais linda

Com os conselhos da vovó e do vovô (bis)

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Um grito de liberdade e a corrente se quebrou

Um grito de liberdade, um grito me acordou

Dentro de um canavial, um negro se libertou

E lá não tinha pra ele nem chibata, nem feitor

E lá não tinha pra ele nem senzala, nem senhor (bis)

José de Aruanda era um grande lutador

Hoje baixa no terreiro, traz a paz e o amor

Sua sabedoria, seus ensinamentos (bis)

Vão de canto a canto, aliviando o sofrimento (bis)

Vem na força da reza, vem na força das ervas (bis)

Vem tirando todo o mal, a mandiga ele quebra (bis)

Foi Xangô quem lhe trouxe, Zambi te coroou (bis)

Agradeço dia-a-dia, viva Deus nosso Senhor...

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Olhei no céu e vi uma estrela correr

Fui à pedreira e vi pedra rolar

E vi na praia os caboclos trabalhando

Quando a serei começou a cantarolar

E nesse canto ela sempre dizia

Que só queria ter asas pra voar

Pra ir ao céu buscar a estrela que brilha

Pros Preto-Velhos enfeitarem seu Congá (bis)

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Iauê ererê aiorumbê

Com licença do curiandamba

Com licença do curiacuca

Com licença do sinhô moço

Com licença do dono da terra (bis)

Muriquinho pequenino

Muriquinho pequenino

Oh parenta da quiçamba na cacunda

Purugunta aonde vai

Purugunta aonde vai

Ô parente

Pro quilombo do dumbá (bis)

Ê... Chora, chora congo ê deveras

Chora congo, chora...

Ê chora, chora congo ê cambada

Chora congo, chora... (bis)

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Estava dormindo, Angola me chamou (bis)

Disse levanta povo o cativeiro acabou (bis)

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Marinheiro

Eu não sou daqui

Marinheiro só

Eu não tenho amor

Marinheiro só

Eu sou da Bahia

Marinheiro só

De São Salvador

Marinheiro só

Oh Marinheiro, Marinheiro.

Marinheiro só

Quem te ensinou a nadar

Marinheiro só

Foi o tombo do navio

Marinheiro só

Ou foi o balanço do mar

Marinheiro só

Lá vem, lá vem

Marinheiro só

Ele vem faceiro

Marinheiro só

Todo de branco

Marinheiro só

Com seu bonezinho

Marinheiro só

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Minha jangada vai sair pro mar

Vou trabalhar meu bem querer

Se deus quiser quando eu voltar do mar

Um peixe bom eu vou trazer

Meus companheiros também vão voltar

E a Deus do céu vamos agradecer (bis)

Oloxum, Inaê, Janaína

mara, mara, mara, marabô, caiala, sobá (bis)

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Canoeiro, canoeiro olha o remo da canoa (bis)

Olha lá seu canoeiro que o mar não é lagoa (bis)

Meu cavalo marinho, eu não posso andar a pé (bis)

Eu vim, eu vou no balanço da maré (bis)

Meu pai bebeu, bebeu e não me deu

Minha mãe bebeu e eu não sei se vai me dar (bis)

E assim eu vou bebendo na maresia do mar (bis)

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Quem te ensinou a nadar? (bis)

Foi, foi Marinheiro, foram os peixinhos do mar? (bis)

Quem te ensinou a nadar? (bis)

Foi, foi Marinheiro, foi a rainha do mar

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Seu Marinheiro onde é que o senhor vai?

Eu vou, eu vou ,vou remando para o mar

Seu Marinheiro que balanço é esse?

É meu barquinho, vou levar flor pra Iemanjá

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De longe eu vi uma jangada balançando

Eu só fiquei olhando para ver o que tinha lá
Vi uma sereia e ela dizia assim pra mim

Venha logo Jean Pierre venha pra perto de mim (bis)

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Boiadeiro

 lá vem vindo, de lá vem só

De lá vem vindo, a força maior

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Sai, sai, sai... Boa noite meus senhores

Sai, sai, sai... Boa noite venham cá

Sai, sai, sai... eu me chamo Boiadeiro

Sai, sai, sai... aqui e em qualquer lugar (bis)

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Eu tenho meu chapéu de couro

Eu tenho a minha guiada

Eu tenho meu lenço vermelho

Para tocar a minha vaquejada (bis)

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Oi na ponta do laço oh vaqueiro

Boi vem topar, boi vem topar, na porteira do curral (bis)

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Na minha boiada me falta um boi, me falta um ou me faltam dois? (bis)

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Eu já lacei um boi, e só me falta um (bis)

Boiadeiro, Boiadeiro de Tibiriçá (bis)

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Me chamam de Boiadeiro, Boiadeiro eu não sou (bis)

Eu sou tangedor de gado, Boiadeiro é meu senhor (bis)

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A menina do sobrado mandou me chamar pra seu criado (bis)

Diga pra ela vaqueiro que eu vou vaquejar o meu gado (bis)

Olê, Boiadeiro que gosta de samba rasgado (bis)

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Mas como vai camarada? Eu vou indo...

Eu vim aqui na pancada do sino (bis)

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Seu Boiadeiro por aqui choveu (bis)

Choveu que água rolou

Foi tanta água que caiu na aldeia, Boiadeiro

Foi tanta água que seu boi nadou (bis)

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Meu sertão é alto (aruera)

Eu avisto o mar (aruera)

Vejo todos Boiadeiros (aruera)

Na Umbanda a trabalhar (bis)

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Cadê a minha corda de laçar meu boi

Meu boi fugiu e eu não sei pra onde foi (bis)

Abre esse campestre que eu quero passar
O meu boi fugiu e sou eu que vou buscar

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Ê lá no mato tem um Boiadeiro (bis)

Ele é bonito e formoso como um raio de sol (bis)

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Baiano

Baiano Jerônimo

Ele é da Bahia, esse baiano vale ouro
Ele é da Bahia, salve o baiano Jerônimo (bis)

Com sua a faca na mão muita gente ele curou
Cada cura feita uma faca ele ganhou

Ele é da Bahia, esse baiano vale ouro
Ele é da Bahia, salve o baiano Jerônimo
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Baiana Maria Bonita

Acorda Maria Bonita, levanta vai fazer o café
Que o dia já vem raiando
E os cangaceiros já estão de pé (bis)

Olê mulher rendeira
Olê mulher renda (bis)

Tu me ensinas a fazer renda
Que eu te ensino a namorar (bis)

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Bahia oh África, vem cá nos ajudar (bis)

Força baiana

Força africana

Força divina

Vem cá, vem cá (bis)

Da Bahia me mandaram um galinho de alecrim (bis)

Não há nada nesse mundo que um baiano não dê fim (bis)

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 Nossa Senhora das Candeias, ela clareia a terra e o mar (bis)

 Dai-me um pouquinho de areia, oi dai-me força pro baiano trabalhar (bis)

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Quem tem baiano pisa, eu quero ver pisar (bis)

Pisa, pisa miudinho, pisa lá que eu piso cá (bis)

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É lampa, é lampa, é lampa

É lampa, é lampião

Seu nome é Virgulino o apelido é lampião (bis)

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Quebre esse galho baiano que eu quero ver

Arranque o toco pra essa árvore não crescer

Eu quero ver, a baianada de aruanda

Trabalhando na Umbanda

Oi pra quimbanda não vencer (bis)

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Oi na Bahia ninguém pode com baiano (bis)

Quebra coco, arrebenta sapucaia, quero ver quem pode mais (bis)

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Na Bahia tem, vou mandar buscar

Lampião de vidro, sinhá dona, para clarear (bis)

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Coquinho, coquinho miúdo, coquinho lá da Bahia (bis)

Coquinho venceu demanda, nossa senhora da guia (bis)

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Quando eu vim lá da Bahia, eu trouxe meu patuá (bis)

Terreiro que tem mironga, baiano vai mirongar (bis)

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Se ele é baiano agora que eu quero ver

Dançar catira no azeite de dendê

Eu quero ver os baianos de aruanda

Trabalhando na Umbanda

Pra quimbanda não crescer (bis)

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Quando eu vim lá da Bahia, estrada eu não via (bis)

Em cada encruza que eu passava uma vela eu acendia (bis)

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Chegou, chegou baiano trabalhador (bis)

Ele quebra mandinga, ele vence demanda.

Ele vem de aruanda, vamos todos saravá

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Baiano é povo bom, povo trabalhador (bis)

Quem mexe com baiano, mexe com nosso senhor (bis)

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Quem tem baiano agora que eu quero ver (bis)

Comer pimenta da costa com azeite de dendê

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Olha eu camarada, camarada meu (bis)

Sou Severino que chegou aqui agora

Candomblé bato no ketu

Umbanda bato na Angola (bis)

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No meu cariri tem muamba, no meu cariri tem vatapá (bis)

Eu quero ver a baianada, xaxando nesse Congá (bis)

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Baiano bom, baiano bom

Baiano bom é o que sabe trabalhar

Baiano bom é o que sobre no coqueiro

Tira o coco, bebe a água

E bota o coco no lugar

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Eu fui à Bahia e implorei

Ao meu Senhor do Bonfim (bis)

Que ele me ajudasse

A seguir na Umbanda meu caminho até o fim (bis)

O Senhor do Bonfim me ajude

Eu preciso de paz e saúde (bis)

Meu pai é Sete Cocos, dono de sete coqueiros (bis)

Eu sou neto da macumba e filho de macumbeiro (bis)

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Cosme, Damião e Doum

Vem, vem Doum

Vem são Cosme e Damião

Vem conhecer Crispiniano no jardim

Colhendo flores pra Mãe Iemanjá

Vai na onda vai

Vai na onda vem

Vai na onda vai

E as crianças vêm também (bis)

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 Tem paciência dois-dois, que eu dou camisa azul

 Para o ano que vem dois-dois comer caruru (bis)

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 Eu quero doce, eu quero bala

 Eu quero açúcar pra passar na sua cara (bis)

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 Andorinha que voa, voa andorinha

 Traz as crianças do céu andorinha (bis)

 Voa, voa andorinha

Traz as crianças do céu andorinha (bis)

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Vamos esparramar rosas no chão

Pra saravá são Cosme e Damião (bis)

Uma onda vai, uma onda vem

Uma onda vai e as crianças vêm também (bis)

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Eu vi Cosme sentado lá no banco do jardim

Esperando Damião Crispiniano e Crispim (bis)

Está chegando gente de todo lugar

Está chegando gente só pra ver você brincar (bis)

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Papai me manda um balão com todas as crianças que vem lá do céu (bis)

Tem doce, papai... Tem doce, papai... Tem doce lá no jardim (bis)

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Cosme e Damião

Damião cade Doum

Doum foi passear no cavalo de Ogum (bis)

Dois-dois, sereia do mar

Dois-dois, meu pai Oxalá (bis)

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O anel de pedras brancas que caiu do céu azul

Foi Doum, quem mandou (bis)

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Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar

Vamos dar a meia-volta, volta e meia vamos dar (bis)

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Balança caixão, balança você

Dá um tapa na bunda e vai se esconder (bis)

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Omolú-Obaluaê

Na pedra fria, no pé do morro

Dizem que mora, um velho lá (bis)

Ele é curador, ele é rezador

Ele é chapanã, ele vai lhe curar (bis)

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Obaluaê

Babalorixá ê

Babalorixá, atotô

Babalorixá ê

Ê nirê nirê (bis)

Baba Olorum chê chê, salerojá (bis)

Auê nirê nirê ô

Meu padrinho é Obaluaê

Orixá ê (bis)

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Velho Omolú, criador do grande império

Ele e Mãe Iansã, comandam o cemitério

Comandam o cemitério, comandam o cemitério,

Comandam o cemitério, Omolú e seu império.

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O seu Omolú, ele é Orixá

O seu tesouro é um osso

Oh chacoalha seu xaxará (bis)

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Omolú, Omolú

Médico dos pobres hoje eu vim saudar seu nome

Atotô, atotô Obaluaê

Com a sua dança espalha o seu poder

Atotô, atotô Obaluaê

Venha nos salvar, venha nos valer

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Kaô cabecile de matutine, Obaluaê (bis)

Firma seu ponto que eu quero ver

Firma sua gira Obaluaê (bis)

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Na linha de Obaluaê, Omolú, atotô Orixá

Na linha de Obaluaê, vamos todos saravá

Valei-me essa Corrente de forças

De nosso Pai Oxalá

É na linha de Umbanda que omolú vamos saravá (bis)

Obaluaê êê êê

Obaluaê êê êá

É na linha de umbanda que Omolú vamos saravá (bis)

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Meu Pai Oxalá é o rei venha me valer (bis)

E o velho Omolú atotô Obaluaê (bis)

Atotô Obaluaê, atotô Babá

Atotô Obaluaê, atotô é Orixá (bis)

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Quem disse que meu pai é velho

É velho, mas tem coroa

Saravá Obaluaê, me manda seus protetores (bis)

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Casinha branca, casinha branca

Que eu mandei fazer (bis)

Para oferecer a meu pai Omolú

E atotô, obaluaê (bis)

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Se encontrar um velho no caminho peça benção (bis)

Deus te abençoe, deus te abençoe

Deus te abençoe, Obaluaê, deus te abençoe (bis)

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Atotô é minha bá, auê, auê, auê (bis)
ô Obaluaê,auê,auê, auê

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Iemanjá

Iemanjá ô. Olhai seus filhos à beira mar (bis)

Brilhou no céu

Olha como brilha no mar

A minha mãe sereia

É a rainha do mar (bis)

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Iê... Iemanjá (bis)

Rainha das ondas, sereia do mar (bis)

Como é lindo o canto de Iemanjá

Faz até o pescador chorar

Quem escuta a mãe d´água cantar

Vai com ela pro fundo do mar

Rainha das ondas, sereia do mar (bis)

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Oi no fundo do mar tem pedra

Debaixo da pedra tem areia

Debaixo da areia tem conchinha

Debaixo da conchinha, mamãe sereia (bis)

Oi tem areia, oi tem areia

Oi tem areia, no fundo do mar tem areia (bis)

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Saia do mar linda sereia

Saia do mar venha brincar na areia

Saia do mar sereia bela

Saia do mar, venha brincar com ela

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Iemanjá... Iemanjá

Oi no fundo do mar tem areia

Areia no fundo do mar

Encima do mar tem as ondas

Que um dia vão me levar

O mar coberto de flores

Que um dia vão me levar

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O canto vinha de longe

De lá do meio do mar

Não era canto de gente

Bonito de admirar

O corpo todo estremece

Muda a cor do céu, do luar

Um dia ela ainda aparece

É a rainha do mar

Iemanjá, odoiá

Odoiá, rainha do mar (bis)

Quem ouve desde menino

Aprende a acreditar

Que o vento sopra o destino

Pelos caminhos do mar

O pescador que conhece

As histórias do lugar

Morre de medo e vontade

De encontrar Iemanjá

Iemanjá, odoiá

Odoiá, rainha do mar (bis)

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Lá no mar tem uma canoinha, carregadinha de flor

Dentro dela tem mamãe sereia, para nos livrar da dor (bis)

Pescador joga a rede no mar, pescador joga a rede no mar

Pescador joga a rede no mar que filhos de Umbanda já vão saravá (bis)

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Retira a jangada do mar, mãe d´água mandou avisar

Que hoje não pode pescar, pois hoje tem festa no mar (bis)

Iêêêêêêmanjá, ela é, ela é a rainha do mar (bis)

Traz pentes, traz espelhos ôôôôô,pra ela se enfeitar ôôôôô

Traz flores,traz perfumes que é pra por no mar

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Oh minha doce iemanjá, aceita essa romaria

Que os filhos que moram longe, minha mãe

Não podem vir todo dia

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Numa noite linda

Numa noite de luar

Olhando para as estrelas

Ouvi uma voz murmurar

Olhei pro céu e pra terra

Olhei pras ondas do mar

Eu vi Mãe Oxum na cachoeira

Vi Xangô lá na pedreira

Iemanjá em alto mar (bis)

Oh como é bonito, meu Deus

Ouvir a Janaína cantar

As ondas vão se embalando

A seria cantando

É o bailar em alto mar (bis)

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Nanã buruquê

Oh Nanã colo colo xô

Nanã é Orixá

Nanã é, Nanã ôôô

Oh Nanã colo colo xô

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Saluba Nanã, saluba Nanã

Saluba Nanã, Nanã, Nanã

Nanã Buruquê (bis)

Vovó sua experiência nos ensina uma lição

És modelo de paciência, calma e ponderação

Ficar sob sua guarda, seu amor, sua vibração

É mais do que merecemos pra cumprir nossa missão

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Lá vem a Nanã Buruquê

Lá vem a marola do mar (bis)

Lá vem a Nanã Buruquê

Iansã e os caboclos do mar

Lá vem a Nanã Buruquê

Lá vem nossa Mãe Iemanjá (bis)

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Atraca, atraca que aí vem Nanã ê ê

Atraca, atraca que ai vem Nanã ê á (bis)

É Nanã a rainha do mar

É Nanã e nossa mãe Iemanjá

É Nanã que vamos saravá ê ê á (bis)

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Janaína

Eu vi a moça, na beira d´água

Solte os cabelos, Janaína e caia n´água (bis)

Janaína, Janaína

Eu quero me banhar

Janaína, Janaína

Nas ondas do mar (bis)

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Eu fui lá na beira da praia

Pra ver o balanço do mar

Eu vi seu retrato na areia

Mamãe sereia, comecei a cantar

Vem Janaína vem, vem

Vem Janaína, vem cá

Eu trago flores pra lhe ofertar (bis)

Eu trago flores pra lhe ofertar

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Oxum

Eu vi mamãe Oxum, cantando na cachoeira
dançando toda faceira, tão linda como ela faz

E quando ela canta, Xangô senta na pedreira
Oxóssi la na ribeira, nem vento não venta mais

Aiê iê oh minha mãe
Aiê ê oh mamãe Oxum
Aiê ê o moça bonita de mais (bis)

Canta Oxum, alivia o meu coração
Me tira da solidão, me traz paz
(bis)
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Aiê iê, aiê iê mamãe Oxum

Aiê iê, aiê iê Oxumaré (bis)

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Mamãe Oxum é dos cabelos longos

No mar tem água na sua aldeia tem ouro (bis)

Auê, auê... Auê auá

Mamãe Oxum é a rainha do mar (bis)

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Eu vi mamãe Oxum na cachoeira, sentada na beira do rio (bis)

Colhendo lírio, lírio ê

Colhendo lírio, lírio á

Colhendo lírio pra enfeitar nosso Congá (bis)

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Lá por detrás da cachoeira

Lá do lado de lá (bis)

Tem um banquinho mamãe

Aonde Oxum vai se sentar (bis)

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Eu vi mamãe Oxum chorando

Foi uma lágrima que eu fui amparar (bis)

Oraiê iê oh minha mãe

Chora pelos filhos seus (bis)

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Eu vi mamãe Oxum, sentada, chorando, na cachoeira

Estava olhando pai Ogum jurar bandeira (bis)

Vamos saravá Mamãe Oxum, oh Iemanjá

Ogum jurou bandeiro no forte do Humaitá (bis)

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Mamãe Oxum, salve a sua cachoeira

Que vem descendo lá do alto da pedreira

Ai como é linda a cachoeira de Oxum

Que está guardada por guerreiros de Ogum (bis)

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Iansã

Quando o céu clareou
E o dia raiou, fez o filho pensar

A mãe do tempo mandou, a nova era chegou
Agora vamos plantar

No Humaitá Ogum bradou
Seu Oxóssi atinou, Iansã vai chegar

 

O Ogã já firmou, o atabaque afinou
Agora vamos cantar

 

A eparrei
Ela é Oyá, ela é Oyá
A eparrei
É Iansã, é Iansã
A eparrei
Quando Iansã vai pra batalha
Todos cavaleiros param só pra ver ela passar (bis)

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Iansã Senhora

Do amanhecer

Sua espada brilha

Pra nos proteger (bis)

É Oyá, Iansã que nos conduz

É Oyá, Iansã com sua luz (bis)

o rodopiar

Ela faz o vento

E a chuva traz

Pra lavar a terra

Semear a paz (bis)

É Oyá, Iansã que nos conduz

É Oyá, Iansã com sua luz (bis)

É santa guerreira

Se preciso for

Pra acabar com a guerra

E espantar a dor (bis)

É Oyá, Iansã que nos conduz

É  Oyá, Iansã com sua luz (bis)

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Iansã Orixá de Umbanda, rainha do nosso Congá (bis)

Saravá Iansã lá na aruanda, eparrei

Eparrei Iansã venceu demanda

Iansã saravou pai Xangô

No céu trovão roncou

E lá na mata leão bradou, saravá Iansã, saravá Xangô (bis)

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Eram duas ventarolas, duas ventarolas navegando pelo mar (bis)

Uma era Iansã, eparrei... A outra era Iemanjá, odoiá (bis)

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Iansã é uma moça bonita, ela é dona do seu jacundá (bis)

Eparrei, eparrei, eparrei... A mamãe de aruanda

Segura a banda que eu quero ver, eu quero ver (bis)

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Iansã tem um leque de penas, pra abanar dias de calor (bis)

Iansã mora na pedreira, eu quero ver meu pai Xangô (bis)

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Ogã

Ê alê alê
Ê alê alê (bis)

Somos Ogãs, de força e coragem
Vamos tocar nosso atabaque com a luz de Oxalá

Quando tocamos é com fé e humildade
Vamos exaltar a caridade aqui neste casuá (alê alê)

Ê alê alê
Ê alê alê (bis)

No nosso cantar, trazemos a perseverança
No nosso tocar, irradiamos nossa luz

Somos Ogãs de espirito, em missão a nos guiar
Fielmente servindo aos Orixás

Nós temos Mestres e Mentores
Que nos guiam ao tocar

Seremos sempre, Ogãs do Mestre Oxalá

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Benditas essas mãos sobre o atabaque
Louvando os Orixás com muito amor

Elas cansam, mas não param de tocar
E nos dão forças com o som desse tambor

Graças a elas nossa gira é mais bonita
Vozes se juntam pra cantar e agradecer

E pra quem ainda não acredita
A nossa fé faz o milagre a acontecer (bis)

Abençoadas essas mãos, ontem, hoje e amanhã
Salve na Umbanda, a coroa dos Ogãs (bis)

 

Saravá Mentor Ogã
Negro forte sorridente, guerreiro valente
Que canta e encanta, com seu canto com sua voz

Quando toca o seu tambor
Transmite
energia, energia que tem mandinga
E faz o corpo arrepiar

Sarava Mentor Ogã
Que vem aqui nesse Terreiro
Vem trazer sua alegria, pra esse povo ajudar
Saravá Mentor Ogã
Que vem nesse Terreiro
Vem trazendo as Entidades, pra esse povo ajudar

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Ponto para enaltecer as Entidades e Mentores de Cura

Branca foi sua roupa
Branca é sua luz
Vem doutor
Vem que Oxalá te conduz

Me auxilie e oriente meu irmão
E nos ensine a curar pelo perdão
Usando ervas equilibra a matéria
E com amor equilibra o coração

Doutor, meu doutor
Estou aqui, estou cantando em seu louvor (bis)

Ele nos diz que uns sentimentos adoecem
Rancor, angustia, ódio e raiva lhe entristece
Junto com a inveja nosso corpo apodrece
E em pró da cura a Umbanda ele enaltece

Doutor, oh meu doutor
Toco o atabaque pra trazer o seu amor
Doutor, meu doutor
Estou aqui estou cantando em seu louvor (bis)

Vem com a Umbanda
Vem com a luz de Oxalá
Vem Corrente branca
Vem para dor acalentar

Ê êê ê á, ê êê ê ê
Ê êê ê á, salve Omolú, atotô Obaluaê

Do sofrimento ele vem pra nos livrar
Sob sua palha ele vem nos acalmar
E atotô, atotô Obaluaê
Com sua força nem um mal vai nos vencer

 Salve sua força Omolú, Omolú ê
 Vem nos curar atotô Obaluaê (bis)

Da mata virgem vem caboclo curandeiro
Xangô, justiça, salve Pai Ogum guerreiro
Só ele soube desvendar a natureza
E usufruir do que Oxalá aqui deixou

Doutor, curador
Toco o atabaque pra cantar vosso louvor (bis)

Para tratar é preciso experiência
Para viver ele venera a paciência
Simplicidade é seu exemplo de trabalho
Com humildade trata todos por igual
Com sua reza a saúde conquistou
Oh Preto Velho, salve a força benzedor

Doutor, curandeiro e benzedor
Toco o atabaque pra cantar vosso louvor (bis)

Ori, enfermeiro da Cura
Nos auxilie, assiste a nós e nos conduza

Proteja a vida, dia-a-dia, o paciente
Venha com força e traga a cura do oriente

Graças a ele, que a vida nos dá
Hoje aqui estamos para cura exaltar

Dos seus princípios o que agora vai reinar
É a caridade da Umbanda de Oxalá

Oxalá é meu pai
A luz maior é meu guia
A caridade hoje é ensinamento
E a cura própria hoje é o aprendizado

Doutor, é o amor
Nos ilumine, curandeiro e benzedor

Obrigado por nos curar
Agradeço por a nós assistir
Me comprometo da matéria eu vou cuidar
E como espírito, por ele me guiar
E que em nós a cada dia ela reflita
A luz divina e que a todos ela atinja

Salve Oxalá, salve a Umbanda, saravá
Corrente branca, obrigado por tratar (bis)

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Ponto em homenagem a Dona Anna e suas Entidades

Se eu pudesse eu voltava no tempo io io

Se eu pudesse eu voltava no tempo ia ia

Se eu pudesse eu voltava no tempo io io

Eu voltava no tempo ia ia

Eu voltava pra ver a Jandira dançar

Eu voltava pra ouvir Senhor Sete falar

Se eu pudesse eu voltava no tempo io io

Eu voltava no tempo ia ia

Se eu pudesse eu voltava no tempo io io

Se eu pudesse eu voltava no tempo ia ia

Se eu pudesse eu voltava no tempo io io

Eu voltava no tempo ia ia

Eu voltava pra ver o Jerônimo curar

Eu voltava pra ver Pena Verde bradar

Eu voltava pra ver Maria José

E pra ver o Paulinho brincar

Eu voltava pra dar um abraço em Dona Anna

Eu voltava pra ver Maria José

E pra ver o Paulinho brincar

Eu voltava pra dar um abraço em Dona Anna

Se eu pudesse eu voltava no tempo io io

Se eu pudesse eu voltava no tempo ia ia

Se eu pudesse eu voltava no tempo io io

Eu voltava no tempo ia ia

Eu voltava pra ver Sete Luas batalhar

Eu voltava pra ver Floresta Negra também

Eu voltava pra ver a sereia rolar

E pra ver nossa Mãe Iemanjá

Eu voltava pra ver o Agildo trabalhar

Eu voltava pra ver a sereia rolar

E pra ver nossa Mãe Iemanjá

Eu voltava pra ver o Agildo trabalhar

Se eu pudesse eu voltava no tempo io io

Se eu pudesse eu voltava no tempo ia ia

Se eu pudesse eu voltava no tempo io io

Eu voltava no tempo ia ia

Eu voltava pra ver o Feiticeiro trabalhar

Eu voltava pra ver Omolú também

Eu voltava pra ver Mãe Oxum chorar

E pra ver Iansã saravá

Eu voltava pra dar um abraço em Dona Anna

Eu voltava pra ver Mãe Oxum chorar

E pra ver Iansã saravá

Eu voltava pra dar um abraço em Dona Anna